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O corpo humano sofre numerosas transformações ao longo dos anos. Por isso, em cada fase da vida existem características que devemos observar e cuidados específicos a adotar em cada uma delas. Isso sem falar nas doenças e problemas circunstanciais, como acidentes. 

A coluna vertebral é uma estrutura que muda bastante. Por exemplo, pode começar a perder flexibilidade e apresentar maior rigidez, porosidade, ressecamento, estreitamento dos canais, entre outros.

E foram algumas dessas transformações que Marta Moura, de 68 anos, enfrentava no início de 2022. “Dores constantes” é o que ela conta que sentia em decorrência de desgastes da coluna vertebral, artrite e artrose. 

Sua qualidade de vida já não era mais a mesma, os sintomas dolorosos destes quadros podem se manifestar associados à dormência, restrição de movimentos das pernas, além de favorecerem outros problemas decorrentes, como hérnias discais.

Havia meses que Marta procurava tratamentos: “cheguei a passar com três especialistas”, recorda. Apesar das tentativas convencionais recomendadas, como fisioterapia, acupuntura, quiropraxia, colete cervical e até medicação, Marta ainda não havia encontrado alívio para a sua dor. 

Foi então que, em uma busca pela internet, encontrou o Dr. Marcelo Amato, neurocirurgião especializado em coluna vertebral. Após o primeiro contato, levantamento do histórico de saúde, exames, diagnóstico e esclarecimentos, elegeram o procedimento bloqueio, que melhora a condição da coluna, alivia a dor da paciente e impacta positivamente no seu bem-estar geral.

Entenda o procedimento

O interessante do bloqueio é que funciona em duas frentes: 

  • Como diagnóstico, pois o especialista insere um anestésico que revela qual nervo está lesionado e emitindo sinal de dor para o cérebro;
  • Como medicamento, pois o anestésico age imediatamente sobre a dor, mas o médico ainda infiltra o remédio corticóide, para combater a inflamação por um período maior de tempo.

No caso da Marta, após um mês do procedimento, no período desta entrevista, ela ainda não havia voltado a sentir dor. “Recebi alta no mesmo dia e fui para casa com alguns cuidados, mas sem nenhuma dor”, explica.

Após o bloqueio diagnóstico, o especialista consegue saber o estado do nervo e terá maior segurança para indicar e conduzir o tratamento mais adequado para os pacientes. Conservador ou cirúrgico, cada caso será analisado individualmente.

 Ao final dessa entrevista, Marta encerra: “o atendimento foi excelente”.

Da redação.

 *Marta Moura de Oliveira é aposentada, moradora de Carapicuiba, Grande São Paulo, tem 68 anos e superou a sua dor na coluna vertebral.

“Relatos” é uma série de entrevistas onde pacientes compartilham sua experiência sobre patologias da coluna, desde a descoberta até a solução. O objetivo é criar uma rede de apoio humanizada e informativa para auxiliar aos que se identificam e se encontram nas mesmas condições, para que possam ter esperança e buscar ajuda especializada.

Por Redação
Por Redação
Dr. Marcelo Amato - CRM: 116.579 Médico e Neurocirurgião pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP); Doutor em Neurocirurgia (Clínica Cirúrgica) pela Universidade de São Paulo (FMRP-USP), orientado pelo Prof. Dr. Benedicto Oscar Colli; Especialista em Neurocirurgia pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN) e pela Associação Médica Brasileira (AMB); Especialista em Cirurgia de Coluna pela Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e Associação Médica Brasileira (AMB); Linha de Pesquisa em Cirurgia Endoscópica da Coluna desde 2013 pela FMRP-USP com diversos artigos e livros publicados nacional e internacionalmente; elaboração de aulas e cursos nacionais e internacionais sobre Endoscopia de Coluna, e realização de consultorias em todo território nacional; Neurocirurgião referência do Hospital de Força Aérea de São Paulo (HFASP); Diretor do Amato - Hospital Dia

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